A 1ª IGREJA BATISTA EM CAMPO GRANDE está localizada no mais importante bairro do município de Cariacica, ligando vários bairros do município, bem como, com outros municípios da Grande Vitória. Esta ligação se estabelece principalmente através da BR-101, seja por meio dos ônibus municipais ou por meio da rede Transcol, que flui do Terminal Rodoviário de Campo Grande.

O Bairro de Campo Grande tem grande influência econômica para o município de Cariacica. Possui um dos maiores “shoppings de céu aberto” do Estado do Espírito Santo, a Avenida Expedito Garcia, como também, algumas indústrias de médio porte instalada em seu entorno.

A Igreja tem mostrado a sua relevância para o bairro e município desde 1961, sendo uma referência na transformação de vidas através dos cultos e pelo trabalho nos lares, visando atingir o ser humano como um todo.

A finalidade precípua da Igreja é o culto de adoração a Deus, o evangelismo, doutrinamento e orientação espiritual de seus fiéis, bem como a beneficência, educação, missões e demais causas e atividades pertinentes ao estabelecimento do Reino de Deus na terra.

A Igreja reconhece como única norma de fé, doutrina, culto, disciplina e governo a Bíblia Sagrada, e adota os princípios batistas enunciados na declaração doutrinária da Convenção Batista Brasileira.

Nossa Missão

“Apresentar o caminho, ensinar a verdade e exercitar a mutualidade para que todas as pessoas alcancem Vida plena por meio de Jesus Cristo”

Tal declaração de missão encontra sustentação bíblica no Evangelho de João, no capítulo 14, versículo 6, quando Jesus declara a seus discípulos a sua identidade espiritual: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.”; como também, no Livro dos Atos dos Apóstolos, no capítulo 4, versículo 32, acerca do clima de comunhão que envolvia a igreja primitiva: “Era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns”.

Nossa Visão

“Ser uma igreja contextualizada e acolhedora, onde a celebração ao Senhor inspire e envolva a todos, integrando membros procalamadores da esperança que há em Cristo”

A visão da PIBCG converge para um sentimento coletivo de necessidade de uma atuação muito impactante no meio da comunidade em que está inserida. Esta visão pode ser avaliada sob três diferentes aspectos.

O primeiro aspecto desta visão é o de ser uma igreja contextualizada. A comunidade deverá reconhecer que a nossa igreja possui da parte de Deus o que ela realmente necessita, que é uma igreja que faz diferença e que penetra em todos os campos da sociedade, deixando marcas indeléveis de legítima representante do Senhor Jesus, como luz do mundo e sal da terra. “Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mateus: 9:35-36).

O segundo aspecto diz respeito ao desejo de ser uma igreja acolhedora. Desejamos ser uma igreja-comunidade, uma igreja na qual as pessoas se sintam em família, receptiva, cuidadosa com o sentimento alheio e amável no trato de uns para com os outros. Uma igreja que reflita os reais traços do amor ensinado por Jesus Cristo.”Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.” (João: 13.35).

O terceiro aspecto se concentra na expectativa de ser uma igreja inspiradora. Queremos ser uma igreja em que a vida e a singeleza dos seus atos possam ser sentidas também na forma de adorar e celebrar ao Senhor. Queremos ser percebidos como uma Igreja que inspira homens e mulheres a adorarem o Deus Todo-Poderoso em Espírito e em Verdade.”Deus é Espírito, e é necessário que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade.” (João 4.24).

Histórico

Ao chegar em Campo Grande, município de Cariacica-ES, no ano de 1958, proveniente de Itaberaba – BA, Wilson de Almeida Ferreira, juntamente com sua família, começou a freqüentar a Igreja Batista em Jardim América, bairro vizinho. Não se adaptando àquela Igreja, transferiu-se pra a Igreja Batista em Santo Antônio, no município de Vitória.Wilson de Almeida Ferreira identificou-se totalmente com aquela igreja e freqüentou-a durante algum tempo. Todavia, pulsava em seu coração o desejo de plantar um trabalho batista no bairro em que residia. Foi então que, junto de outros irmãos residentes do bairro, decidiu fundar um ponto de pregação em Campo Grande, o qual se estabeleceu inicialmente em sua casa.

O trabalho cresceu e logo o ponto de pregação foi transformado em congregação da Igreja Batista em Santo Antônio. No dia 27 de fevereiro de 1961, três anos após a chegada dos Almeida Ferreira, foi organizada a Igreja Batista em Campo Grande, com 46 (quarenta e seis) membros, os quais citamos a seguir:

Abel Bello Cassimiro, Altiva Belmont Campos, Ana Rezende da Silva, Antonio de Paula Bretã, Armindo Ferreira, Carlota Albino da Silva, Cremilda Bastos Ferreira, Daniel Leopoldino da Silva, Dagmar Fernandes Silva, Derly Fraco de Azevedo, Dilque Lessa Ribeiro, Diná Bello Cassimiro, Dorca Fernandes da Silva, Dorvalina Emília Amorim, Flausino Belo Cassimiro, Francisco Batista Ribeiro, Heny Celma Meira, Hilda Bretã Fonseca, Hilda Menezes Moraes, Jabes Fonseca Pinto, João Adão de Andrade, João Meira, José Francelino Amorim, José Justino Teixeira, José Machado, José Marques, José Rocha, Ivanita Bezerra da Silva Braga, Laurides Belo de Azevedo, Lázaro Dantes de Moraes, Leonice Fernandes da Silva, Maria Albino Cassimiro, Maria da Conceição, Nafthali B. da Silveira, Maria Fernandes da Silva, Marta S. Meira, Nélia Bastos Ferreira, Neuza Bastos Ferreira, Raimundo Vicente Rodrigues, Roberto Cardoso, Rosalina Lopes Bretã, Ruth Bretã, Terezinha Braga da Silva, Wilson de Almeida Ferreira, Zilda Rita de Andrade, Zita Grijó.
Quando a Igreja foi organizada, ela se situava num terreno comprado pela mesma, quando ainda congregação, localizada na rua Pr. Saturnino José Pereira, n° 21, onde funcionou até o ano de 1971.

A partir de sua fundação, assim como o bairro, a igreja foi crescendo. Em 1971, quando mudou de endereço, a Igreja que na época da organização contava com 46 membros fundadores, agora tinha 280 membros no seu rol.

A partir de 1972, ano em que o pastorado da Igreja foi assumido pelo Pr. José Gruvira dos Santos, a igreja experimentou um aumento vertiginoso no número de seus membros. Quando o Pr. Gruvira assumiu o pastorado, até então, a igreja só havia organizado uma igreja, a 2ª Igreja Batista de Guarapari e duas congregações: Vila Capixaba e Marechal Floriano.

A partir daí a Igreja Batista em Campo Grande começou a plantar congregações e organizar igrejas nos bairros vizinhos, na Grande Cariacica, em outras cidades e até em outro Estado. Assim a igreja foi expandindo a sua obra missionária e não demorou muito tempo para que a igreja contasse com 23 (vinte e três) agências de pregação do evangelho, sendo que, 16 (dezesseis) destas foram organizadas em igrejas.

Das 23 missões que estiveram sob a liderança da igreja, apenas uma, a de Itaguaçu, deixou de existir no quadro das congregações organizadas pela Igreja Batista em Campo Grande e passou, como já era previsto, para a administração da antiga Junta de Missões Estaduais.

A Igreja organizou todos esses trabalhos, e mesmo com a organização dessas igrejas, durante certo tempo, o número de membros se manteve na faixa de 1.000 (mil).

A afirmação de que se nota um maior desenvolvimento da Igreja a partir de 1972, se baseia em parte, no fato de que até essa data aconteceu de a Igreja trabalhar o ano todo e batizar somente uma pessoa, como ocorreu em 1971. Daí em diante esse fato não se repetiu. Os batismos passaram a ser realizados todos os meses, durante um certo período, sendo que, correu o caso, de a Igreja batizar 55 novos crentes de uma só vez. Posteriormente, a Igreja passou a realizar batismos de dois em dois meses, e apesar de ter diminuído o número de pessoas que ingressaram na Igreja pelo batismo, dezenas de pessoas continuaram a ser batizadas anualmente.

Quando a Igreja foi organizada ela funcionava precariamente num barraco de estuque, que fora construído através de um mutirão, quando ainda congregação. Tinha apenas um lote situado no endereço já mencionado. Seu patrimônio foi crescendo. Construiu-se um templo. Pensando no crescimento da Igreja, os irmãos resolveram fundar uma escola nas dependências da própria Igreja. Esta escola, além de dar uma formação intelectual, tinha como objetivo principal, evangelizar os alunos que por ali passassem.

Durante certo tempo, a escola funcionou bem. Mas, como ela cresceu rapidamente e logo chegou a ser a maior escola do município, começou a haver interferência da escola na Igreja e vice-versa. Como o trabalho da Igreja passou a ser prejudicado por causa da escola, surgiu a idéia de desfazer-se do imóvel da Igreja e comprar um outro terreno, onde pudesse ser construído um novo templo.

A idéia de venda foi aceita. O terreno foi vendido e a área desejada para construção do novo templo foi adquirida. Assim, a sede da Igreja Batista em Campo Grande foi transferida da Rua Pr. Saturnino José Pereira, 21, para a Avenida Getúlio Vargas, 105, endereço atual. Além da construção do novo templo, foi construído um edifício de educação religiosa com quatro pavimentos. Construiu-se, também, um prédio de quatro andares para a residência dos ministros, cujo terreno fora doado para a Igreja pela irmã Cecília Francisco de Oliveira.

Desde a organização da Igreja até o momento, oito pastores estiveram na sua presidência:

  • Pr. Edson Sales (pastor da Igreja mãe – 1961 – interino)
  • Pr. Saturnino José Pereira (1961 – 1967)
  • Pr. Deodor Taetes (1967 – 1968 – interino)
  • Pr. Nemias Taylor Reinoud (1968 – 1972)
  • Pr. José Gruvira dos Santos (1972 – 1995)
  • Pr. Valdemar de Figueredo (1995 – 1997)
  • Pr. Edson Klitzke (1997 – 2000)
  • Pr. Ilton Pereira (2000 – fev/2001 – interino)
  • Pr. Luiz Jubrael (2001 – 2011)
  • Diácono Antonio Sérgio de Freitas (06/2011 – Maio/2013 – interino)
  • Pr. Tiago Lopes Pedro  (2013 até os dias atuais)